Oito feridos em desabamento de placa na sala de um andar na …

A festa decorria animada na celebração do 24 aniversário de um jovem, residente no terceiro esquerdo do n.º 18 na Avenida Dr. Arlindo Vicente, na Torre da Marinha, quando de repente o chão da sala abateu e os convivas “deslizaram” para o andar de baixo, segundo Jornal do Seixal ouviu no local pel...
CRIAR-T Apresenta Li…
Linha 65 Na sequência da noticia publicada em primeira mão pelo Jornal do Seixal, na anterior edição, tem lugar nesta segunda-feira, a apresentação publica da linha 65. iniciativa da associação…
Jornal do Seixal
Oito feridos em desabamento de placa na sala de um andar na Torre da Marinha

A festa decorria animada na celebração do 24 aniversário de um jovem, residente no terceiro esquerdo do n.º 18 na Avenida Dr. Arlindo Vicente, na Torre da Marinha, quando de repente o chão da sala abateu e os convivas “deslizaram” para o andar de baixo, segundo Jornal do Seixal ouviu no local pelos próprios protagonistas.
O susto foi grande, mas felizmente, para a maioria foi apenas isso, já que apenas resultaram oito feridos ligeiros dos quais sete receberam apoio hospitalar no Garcia de Orta.
Relataram os vizinhos que nas imediações se ouviu um grande estrondo e os residentes do prédio que sentiram a casa estremecer. No segundo andar esquerdo para o qual se abateu o chão, vivem duas pessoas, Mãe e filha, mas nessa ocasião já estavam deitadas e não se encontravam na sala onde a placa cedeu. Os participantes na festa que de repente se viram no piso inferior, ficaram ali encarcerados, ainda alguns minutos até à chegada dos bombeiros.
Ao local acorreram os bombeiros do Seixal, forcas policiais, equipas da protecção civil municipal, munidos com Cinco ambulâncias, duas viaturas médicas de emergência e reanimação (VMER) do INEM, juntamente uma equipa de psicólogos.
No local compareceram ainda o vice-presidente da Câmara Joaquim Santos; a vereadora do pelouro da Acção social, Corália Loureiro; uma vasta equipa do gabinete de acção social, representantes locais da Segurança Social; autarcas da freguesia, vereadores de outros pelouros; muita população; mas sobretudo toda a comunicação social de massas que fez acompanhamento directo da tragédia para toda a audiência nacional.
Após socorridas as vitimas, impunha-se acolher as famílias e dar-lhes alojamento, já que segundo indicações da Protecção Civil, o prédio foi despejado e selado, como medida cautelar.
Dos cerca de 20 residentes no prédio 12 foram realojados pela equipa de acção social, sendo acolhidos por esta noite nas instalações da CRIAR-T e na residencial Quinta da Valenciana.
As causas do acidente estão ainda por apurar, embora após verificação do projecto no município, tudo leve a crer que se terão feito obras no segundo andar com autorização municipal, faltando no entanto apurar se estas respeitaram o respectivo projecto e normas de segurança. Bem como se apurar se as causas da derrocada serão devidas a essas obras e ainda se os andares em causa e todo o prédio reúnem condições de habitabilidade no futuro. Um diagnóstico que só virá a estar concluído durante o dia de amanhã e os próximos.










